Archive for June, 2010

Divórcio em Seattle

Bem, agora que estamos ficando mais velhos e os anos de casamento estão passando, podemos olhar para trás e fazer um pequeno balanço de como as coisas andam para nós e nossos amigos. É de se perceber, por exemplo, que os casamentos em Seattle, pelo menos entre nossos amigos, são muito mais duradouros do que os casamentos no Brasil, pelo menos entre nossos amigos por lá. O motivo? Eu consigo apontar vários.

1. Dinheiro. Bem, todo mundo que veio para trabalhar na Microsoft anda bem de vida. Não do tipo “só viajo de primeira classe e vou me aposentar daqui a cinco anos”, mas convenhamos que dá para levar uma vida bem legal. Nós, por exemplo, compramos casa (Ok, o dinheiro foi emprestado e vamos pagar a perder de vista), temos carro, viajamos todo ano para o exterior, às vezes mais de uma vez, vamos a restaurantes várias vezes por semana, e ainda economizamos. Como se sabe, dificuldades financeiras estressam as pessoas e, por consequência, o casamento das pessoas. Daí que condição financeira boa = boas chances do casamento dar certo. Mas não é só isso.

2. Distância da Família. Apesar de muita gente sentir falta da família, é fato que morar longe de família ajuda um bocado no seu casamento. Eu, e posso falar por Eduardo, não temos muito do que nos queixar nesse quesito, mas ouço muita história de famílias complicadas, chantagens emocionais, dramas … Vou dar um exemplo. As pouquíssimas vezes que vamos ao Brasil são no Natal. Daí que a família de Eduardo quer comer frango na ceia, e minha família quer comer peru. E aí, o que fazer? Fica você no meio, entre sua família e a família do seu cônjuge, tentando negociar que ave vamos sacrificar naquela noite santa, enfim, estresse. E estresse não é bom para casamento. Distância da família cria o fator inverso: é só você e sua cara metade para resolver todos os problemas que aparecem pelo caminho (uma doença aqui, uma dificuldade ali, chateações por todo lado), o que, na maioria das vezes, cria um laço maior de dependência do casal. Admito que não precisava ser tão longe, afinal não acredito que a felicidade do casal seja diretamente proporcional à distância da família, mas que certa distância ajuda, isso sim.

3. Falta de Apoio na Separação. Distância de família também tem o efeito de desencentivar o divórcio. Sim, porque você não tem a casa da mãe ou daquela tia de longa data para voltar no meio do dia porque está se separando do marido/esposa. Se você decidir separar pelas bandas de cá, vai ter que alugar um cantinho para ficar (bem caro por sinal, recomendo não separar), resolver todos os problemas da casa sozinho, quando antes tinha alguém para compartilhar e, pior de tudo, pelo menos no meu caso, aprender a consertar o computador. Ainda acha que vale a pena?

4. Falta de Oportunidade. É fato que Seattle não oferece muitas oportunidades para se ser infiel. As pessoas mal olham para você na rua, mal te tocam, e todo mundo se veste que nem hippie. Nada muito sexy. Seu eu morasse em Milão, por exemplo, seria tentação todo dia, no ônibus, no mercado, no trabalho … mas aqui? Está difícil. Eu deixo meu marido ir tranquilo para a Microsoft, sabendo que 90% da equipe dele é homem, e as poucas mulheres que aparecem, bem, não fazem muito o tipo dele.

Esta ai minha receita para um casamento feliz!

Torcida Pela Seleção

Ontem passei por uma experiência mais ou menos inédita, ao assitir os últimos 15 minutos da partida de futebol entre Brasil e Costa do Marfim com um grupo de brasileiros. Mais ou menos inédita porque, apesar de já ter assistido a jogo de Copa, isso já faz muitos e muitos anos. E foi exatamente numa dessas finais, Brasil x França. O Brasil perdeu a tal Copa (ou tirou segundo lugar, para os otimisitas), mas de qualquer forma depois do jogo estávamos com fome e fomos atrás de uma pizza. A cidade estava deserta e a pizzaria parecia um necrotério de tão triste, a não ser por uma mesa comprida e animada ao fundo. Era um grupo de franceses que lá para tanta começou a cantar o hino da França, sob os olhares furiosos dos garçons. Bem, pelo menos animou a nossa noite, do contrário seria um domingo à noite mais triste do que o normal.

Pois bem, tenho que admitir que minha experiência ontem me deixou um tanto quanto surpresa pela dedicação da torcida. Vale lembrar, só peguei os últimos 15 minutos, e o placar era 3 x 1 para o Brasil. Ou seja, já tinha ganhado a partida. Mas as pessoas torciam e se enervavam como se a vida delas dependesse daquele jogo. Lá para as tantas, houve um incidente com um jogador chamado Kaka, e o juiz deu um cartão para ele que, aparentemente, o suspendia do próximo jogo, que seria contra Portugal. Houve indignação geral contra o juiz, contra o técnico (que deveria ter tirado ele da partida porque ele já tinha levado outro cartão e corria o risco de ser suspenso) e, bem, contra a injustiça do mundo em geral. Não entendo absolutamente nada de futebol, mas com toda a informação que fui coletando aqui e acolá, descobri que não havia motivo nenhum para tanta revolta: 1) o juiz não tem o recurso da câmera lenta, como nós telespectadores (ou tem?), daí que é meio difícil ele ver o que aconteceu no ímpeto do momento e implica em decisões nem sempre justas, logo não devemos ser tão severos com o juiz; 2) o Brasil já tinha ganhado o jogo, já que a Costa do Marfim teria que fazer 3 gols e menos de 15 minutos para ganhar, um pouco improvável; 3) fui a saber que o Brasil já estava classificado, ou seja, mesmo perdendo a próxima partida iria para as oitavas (é assim que fala?),  daí que a perda do tal Kaka na próxima partida não seria um problema tão grande assim. Ou seja, não valia muito a pena esquentar tanto sobre o assunto.

Bem, tais argumentos não saíram da minha cabeça. Não senti que a torcida pela seleção estava a fim de ouvir o que eu tinha a dizer, a não ser que envolvessem as palavras “juiz” e “corrupto” na mesma frase. Daí que fiquei na minha. Mas fiquei genuinamente surpresa com todo o evento. Alguém uma vez me veio com a teoria que as pessoas sentem necessidade de pertencer a um grupo e torcem por aquele grupo, não necessariamente pelos jogadores em si. Isso eu compreendo, mas o que eu não entendo é como as pessoas se exaltam, desesperam e estressam tanto por algo que vai modificar a vida delas o equivalente a um zero à esquerda.

Mas falando dos jogadores, fiquei curiosíssima depois do jogo para saber mais sobre aqueles representantes da nação brasileira. Exceto pelo tal do Kaka, fiquei no limbo sobre quem seriam os outros vinte e tanto jogadores. Depois de uma breve pesquisa no site oficial da Copa, vim a descobrir que dos 23 jogadores jogando pela seleção brasileira, somente 3 jogam em clubes brasileiros. A grande maioria dos jogadores, 20 para ser mais exata, jogam em clubes internacionais, predominantemente europeus. Afinal de contas, por que eles ficariam no Brasil se eles podem ganhar muito mais dinheiro (e no caso deles, é muito dinheiro mesmo) jogando em times internacionais? Eu compreendo, já que nós fizemos o mesmo ao imigrar para os Estados Unidos (exceto pela parte do ganhar muito dinheiro mesmo). Só não sei como os brasileiros se sentem em relação a isso:  se sentem orgulho, já que o Brasil tem jogadores tão bons e qualificados que são “exportados” para times internacionais melhores, ou se chateados pelo fato de todas as estrelas do país estarem debandando para uma vida melhor no exterior, ao invés de permanecerem no país e, bem, trabalharem para o crescimento da nação.  Não sei a resposta, mas também não sei se ninguém pensa tanto assim no assunto.

Homem Francês e Homem Italiano

O mais impressionante de viajar é que não tem internete, guia de livro, mundo globalizado ou digitalizado que chegue aos pés de ver com seus próprios olhos outra cultura, outras pessoas, outro modo de ver a vida, nem que sejam por 15 dias apressados correndo de um ponto turístico a outro ponto turístico. E nesse quesito eu absolutamente amo a Europa, porque é só atravessar a fronteira de um país minúsculo para outro país menor ainda e você é surpreendido com outro estilo de vida, impressionantemente e absolutamente diferentes do país anterior. Assim são França e Itália.

Italianos são conversadores. Eles chegam no restaurante falando alto e comprimentando o garçom como se já o conhecesse de longas datas. São dados a uma gracinha e um galanteio. São incrivelmente charmosos. De acordo com Eduardo, a Itália, e principalmente Milão, é o único lugar do mundo onde homem se arruma mais (e muito mais) do que mulher. As mulheres italianas são Ok; mas os homens italianos são um show a parte, desde os sapatos de couro ao paletó com jeans e os cabelos propositalmente desarranjados e barba por fazer. Tenho minhas dúvidas que sejam bom material para maridos ou pais de família, mas um ótimo lugar para mulheres que não estão atrás de compromisso.

Os homens franceses, por outro lado … como definiu Eduardo, a França é o único lugar do mundo onde homem se veste de forma afeminada e consegue se passar por homem macho. Vejam a última moda, por exemplo, que era o cachecol de verão. Cachecol no inverno é uma maravilha para esquentar o pescoço. No verão, pode causar brotoejas. Daí que eles fazem o cachecol de tecido fino, para enfeitar seu pescocinho. Pois bem, estava a maior moda de cachecol de verão entre os homens. E tinham vários homens usando o tal do cachecol na rua. E homem com gola da camisa levantada … e homem de sapato vermelho, beeeem chamativo. Eduardo, que já tem uma mente impressionantemete aberta por conta de morar há um ano no bairro mais gay de Seattle, balançava a cabeça em total descrença aos homens franceses. A França é o tipo de lugar que você visita e compreende como eles foram capaz de decapitar toda a realeza em revolta. É o tipo de lugar onde todos exageravam, exageram, e continarão exagerando. E não tem internete que vai colocar isso na sua cabeça, você tem que ir e ver o deslumbramento de Versailles, que deve ter custado uma fortuna para construir enquanto o povo passava fome, a imponência da cidade de Paris, e por outro lado a multitude de greves e serviço ineficiente para entender como eles chegaram onde estão e não vão passar disso. Por outro lado, só na Itália as pessoas são capazes de se levar tão pouco a sério que o ponto de encontro à meia-noite de sexta é a sorveteria, que fica aberta até altas horas da madrugada. É muito marmanjo tomando sorvete de frutinha, e nesse momento, somente nesse moment, você compreende como um país é capaz de eleger alguém como Berlusconi para primeiro-ministro. Isso aconteceria somente, e tão somente, na Itália.

Um Dia a Casa Cai, O Retorno

Parece até daqueles filmes ruins de terror/suspense/mistério onde o vilão, apesar de ter levado cinco tiros, dez facadas e ter sido carbonizado no incêndio, volta das cinzas para fazer o segundo filme da saga, já que o primeiro não foi ruim o bastante. Pois é, assim somos nós. Pegamos um empréstimo em cima da nossa atual casa que só faz desvalorizar, de acordo com todos os especialistas da área, para comprar uma outra casa, dessa vez em muito pior estado, para reformar, vender e, assim, ficarmos ricos. Isso sim seria um final feliz para a sequência do filme.

A casa fica fica a umas cinco quadras da nossa, mais para o norte de Capitol Hill, numa área mais residencial e mais nobre. De início ninguém dá nada pela casa, até porque é meio feinha, coitada. A pintura está velha e o jardim está meio descuidado, há uns dez anos pelo menos. Mas tem potencial! E que potencial. Senhoras e senhores, a casa:

A Casa!!!

A casa parece meio torta, mas vale lembrar que toda casa é meio torta nas bandas de cá.  E se você não ficou impressionado com o exterior, espere para ver o interior:

Dining/Living/Family, all in one

Cozinha, um tanto quanto fora de moda

O unico banheiro da casa

O basement, que não é muito alto portanto só vai servir de storage

O quintal - ainda não abrimos os latões, o que será que vamos encontrar lá dentro???

Admitam, é preciso muito imaginação para achar que essa casa vai ficar legal algum dia. Primeiro, porque o basement tem um teto baixo, não vamos inventar de colocar quarto lá embaixo. Ao invés de expandir para baixo, vamos expandir para cima … levantando o teto para criar um segundo andar! O andar principal, que de início tinha três quartos e um banheiro, só vai ter um quarto e um banheiro. O resto do espaço do andar principal vai ser usado para aumentar a área do living/dining e para criar um family room. O segundo andar vai ter três quartos e dois banheiros. E o basement vai servir de storage. E para colocar visita ;-)
Mas o serviço está andando! Quando fomos visitar a casa no final de semana seguinte, as coisas estavam assim:

Lembram do living com cozinha ao fundo? Agora só tem o paliteiro ;-)

Mais paliteiro

O detalhe que só quem já passou por reforma sabe é que a  destruição é a fase mais rápida. E é ótima, porque você ver resultados de imediato. Que nem aquelas dietas milagrosas. Mas chega uma hora, principalmente na parte elétrica e de encanamento, que as coisas param por meses e você não vê nenhum progresso. Igualzinho a dieta. Mas há menos de um mês da reforma, as coisa parecem promissoras, não????

Roteiro de Viagem

As totos já estão no Flickr. Aqui vai um resumo da viagem.

Dias 1-3: Milão.  Bem, eu nem preciso repetir que adorei Milão. Suspeito que justamente pelo fato de que esperava muito pouca coisa. Não fiquei muito impressionada da primeira vez que fui à Itália, e não sendo Milão a principal cidade turística do país, achei que não fosse ser tão interessante. Mas justamente por não ser tão turística, a cidade é ótima. Se em Roma você só encontra turistas, em Milão você encontra italianos indo às compras, a restaurantes, andando pela rua. O sistema de metrô é muito bom, a cidade é muito legal (nosso hotel ficava numa área residencial muito agradável de se andar), a comida é boa, e os italinos … bem, seu eu fosse solteira, definitivamente seria o lugar para eu morar.

Duomo

Duomo, Milao

Eu na região do Qua d'Oro, famosa pelas lojas de grife

No segundo dia da viagem fizemos uma viagem para outra cidade perto de Milão, Bergamo. Uma cidade muito charmosa, que tem a parte baixa (mais nova) e a parte alta (mas antiga), que você pode alcançar usando o funicular (foi o que fizemos) ou subir na perna. Como na descida todo santo ajuda, descemos sem o funicular para ver se gastavamos as calorias da cerveja, da pizza e do gelato de Bergamo.

Sorvete em Bergamo

Dias 4-5: Lago Como. O Lago Como, assim como o Lago Maggiore, ficam ao norte de Roma (em torno de 1 hora de trem).  Existem várias pequenas cidades, ou vilas, em torno do lago, e o gostoso é pegar o ferry e ficar pulando de cidade em cidade. Ficamos em Varenna, na  minha opinião uma das mais charmosas, mas a mais famosa é Bellagio. Tem também a Villa del Balbianello, em Lenno, famosa por ter aparecido no filme Casino Royale de James Bond. Tentamos ir lá, mas estava fechado (por sinal, as coisas estão sempre fechadas pela Itália; lojas, por exemplo, não abrem no domingo e algumas se dispõem a abrir meio turno na segunda, mesmo em Milão). O nosso hotel ficava mais no alto da cidade, e consistia da parte mais baixa do hotel (onde ficamos) e a parte mais alta, onde só se chegava de funicular. Apesar de não ser luxuoso, a vista lá de cima mais do que valia a pena.

Cidade de Varenna, vista do nosso quarto de hotel

Pausa para um vinho na varanda do nosso quarto

Hotel de Varenna com funicular, visto do ferry

 Dia 6: Gênova. Bem, eu queria muito ir a Gênova por conta dos grandes navegadores. Infelizmente, achamos a cidade um tanto quanto mal-cuidada. Apesar disso, dá para ver que já foi uma cidade muito rica, em algum lugar longíquo do passado. Conseguimos ver a casa de Colombo, que está sozinha e perdida no meio de um estacionamento. Mas comemos muito bem em Gênova, e por um dia eu achei o passeio muito legal.

A casa de Cristóvão Colombo em Gênova ...

... e o estacionamento de moto logo em frente

Dias 7-8: Nice. De Gênova fomos para a França. Saí o gelato, entram os pastries. Nice é uma cidade muito gostosa, com praia (para Eduardo) e old town (para Nara). Serve muito bem de base para passear dada a proximidade com várias cidades legais. Passamos um dia em Mônaco, por exemplo, e alugamos um carro para passear. Depois de nos perdermos um tantinho, chegamos em Cannes, e depois fomos para várias outras cidadezinhas, incluindo uma fábrica de perfume, e terminamos numa das minhas cidadezinhas favoritas da viagem: St Paul de Vence, uma cidadezinha medieval que você vê lá no alto, com o muro em volta, quando está chegando de carro. Lindo, lindo, lindo…

Praia em Nice

Mônaco

Festival de Cannes

St Paul de Vence

St Paul de Vence

Nosso Twingo!

Dias 9-12: Marseille. Bem, se vocês algum dia passarem por Marseille, não deixem de ir ao Chateu D’Iff, onde foram aprisionados o Homem da Máscara de Ferro e o Conde de Monte Cristo ;-) Justiça seja feita, passamos muito pouco tempo em Marseille já que estávamos com o carro alugado e ficamos boa parte do tempo passeando pelas cidadezinhas do interior: Arles (cidade onde Van Gogh morou e pintou vários quadros, e de fato a cidade parece um quadro de Van Gogh), Aix-en-Provence, Les Baux-de-Provence (outra cidade medieval, parecida com St. Paul de Vence), Avignon (outra de minhas favoritas), Gordes … enfim, faltou tempo mas não faltou onde ir.

Vieux Port, Marseille

Chateau D'If

Cafe Nuit, em Arles, que serviu de inspiração para Van Gogh ...

... para pintar o quadro Cafe Terrace At Night

Típica arquitetura de Provence, que eu adorava.

Palácio dos Papas (sempre muito modestos esses papas), Avignon

Dia 13: Lyon. O plano era ficar dois dias em Lyon, mas por conta da greve do cabin crew da British, nosso vôo de Lyon para Londres tinha sido cancelado, daí decidimos ir para Londres no dia anterior. Deu para ver o básico de Lyon, uma cidade muito simpática. A cidade é uma mini-Paris, com arquitetura semelhante, incluindo os rios e pontes, mas menos deslumbrante e mais aconchegante. De Lyon dá para fazer vários passeios, inclusive das vinícolas da região, mas infelizmente faltou tempo.

Lyon

Vista da cidade de Lyon

Dia 14: Londres. Como já conhecíamos Londres, não houve tanto a pressão de visitar os lugares. Tiramos o dia para passear pela cidade e fazer o que mais gostamos em Londres: toma chá da tarde (para Nara) e jantar no pub (Eduardo). Londres é uma cidade muito vibrante, com muito estrangeiro, muita coisa para fazer, muito de tudo, mas infelizmente muito cara. Nós, por outro lado, muito menos vibrantes, ficamos sem querer exagerar na noitada de Londres e pegar o vôo do dia seguinte de ressaca e voltamos para o hotel bem antes da meia-noite, que nem o que a Cinderela deveria ter feito.

Orelhão em Londres

Hora do Chá!



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