Archive for September, 2007

Red Robin!

Esse final de semana fomos a Blacksburg, cidade da Virginia Tech, onde moram uns amigos nossos (Claudio e Mara). A Virginia Tech tem um time de futebol americano, e como nunca tinhamos ido a um jogo de futebol americano, Eduardo estava interessado em ver do que se tratava. A cidade gira em torno da universidade, dai que praticamente todos os espectadores sao ligados a faculdade de alguma forma – alunos, professores, amigos (nos), ex-alunos. A torcida e muito mais integrada do que num jogo de baseball ou basquete – por incrivel que pareca, eles prestam atencao no jogo! A comida do estadio era aquela maravilha – Eduardo comeu um “turkey leg” (enorme, acho que aquele peru era marombado ou cheio dos hormonios ) e eu acabei comendo um pretzel. Melhor ainda, quando acaba o jogo, todos saem educadamente, sem soco, pontape, empurrao … eu nao consigo passear num shopping no Brasil sem levar empurrao de alguem (OK, eu vou parar de implicar com o Brasil, da mesma forma que parei de fazer piada dos alemaes). Eu, que nao gosto nem de assistir final de Copa do Mundo quando o Brasil esta jogando, nao achei o jogo grandes coisas, mas e experiencia foi boa.

 

Blacksburg e uma cidade bem pequena, com varias lojinhas e restaurantes e quase nenhuma dessas grandes cadeias americanas (tanto que, da mesma forma que vemos no noticiario, eles estao na maior luta contra a Walmart que quer se instalar na cidade). Apesar disso tudo, a cinco minutos de Blacksburg fica Christiansburg, que ao contrario, tem todas as cadeias que voce consegue imaginar – Walmart, Applebees, Wendys, Denny’s e, meu favorito, o Red Robin (para quem nao sabe, Red Robin e um restaurante especializado em hamburger, tipicamente americano). Quando vi o Red Robin, me lembrei de Redmond, dos almocos despretenciosos que tinhamos la, e me deu a maior vontade de ir. Nunca vi uma Red Robin ou Denny’s em DC – de fato, procurei na internet e a Red Robin mais perto fica em Maryland, numa cidade que fica a 18 milhas de DC; tem uma Denny’s em DC, mas fica num bairro, como posso dizer, um pouco barra pesada. Dai que fiz o maior lobby com o pessoal para ir – ficou todo mundo me olhando com uma cara de “Nossa, voce quer mesmo ir ao Red Robin?”. Fomos,  e fiquei bastante satisfeita com meu hamburger (de frango e sem maionese, que e mais saudavel) e minhas batatas fritas (na minha opiniao, as melhores batatas fritas que conheco!). E assim, quando estava em Redmond eu esnobava a Red Robin ate nao poder mais, e agora estou aqui na maior felicidade por ter ido a um. Vai entender.

Meus 15 Minutos de Azedume do Dia

Pois e, decidimos ir ao Brasil no final do ano, justamente no periodo considerado “pico do pico da alta estacao” – Natal e Ano Novo. Pagamos US$1,850 na passagem aerea. Por pessoa. E isso mesmo. Por US$850 a menos (por pessoa) nos poderiamos ir a Viena. Ou a Paris. Com voo direto!

 

Vejam bem, para nos nao e uma questao de opcao. Nossa familia mora no Brasil, dai vamos ao Brasil. Uma pena que nossa familia nao mora em Paris ou Londres, mas, por mais incrivel que pareca, poderia ser muito pior. O que eu nao consigo entender e porque um americano sem qualquer ligacao com o Brasil pagaria US$1,850 para ir para la, correr o risco de morrer (no aviao ou no chao, porque nada e seguro), arriscar ser assaltado, passar um calor desumano, e ainda por cima ter que aturar a fina flor da educacao brasileira. A resposta e que simplesmente eles nao vao – gastam os dolares deles em Paris ou no Mexico. Passagens para Cancun e Los Cabos, no Mexico, variam de US$500 a US$600 por pessoa, no mesmo periodo. Ah, sim, e americano nao precisa de visto para ir ao Mexico. Mas brasileiro precisa, claro.

 

Indo ao Brasil de DC nao e nem tao mal assim – sao dois voos somente, um para Sao Paulo ou Rio de Janeiro (a United tem voo direto), e outro para Salvador. Quando moravamos em Redmond, eram tres voos – uma verdadeira maratona. Aproveitei para olhar passagem de aviao de Seattle para Salvador nos mesmos dias que estamos indo, no mesmo site de reserva que usamos para comprar nossas passagens – US$2,900. Por pessoa, claro.

 

Nao sei porque a passagem e tao cara para o Brasil, quando se e muito mais barato ir para a Europa (que por sinal, e um lugar muito melhor para se ir, mesmo sendo inverno por la). Talvez seja porque vende mesmo, a ponto de ter overbooking e voce passar por chateacao por nao ter assento (alem das chateacoes tipicas de se ir ao Brasil, claro!). Quer dizer que tem mais gente indo ao Brasil do que a Europa? Mas nao compreendo mesmo!

 

Tai, meus 15 minutos de azedume do dia. Bom dia para voces tambem.

Os Alemaes e o Verbo Must

Tudo bem, eu prometo que e a ultima vez que eu faco graca dos alemaes nesse blog.  Porem, nao posso deixar de comentar um fato que Eduardo e eu percebemos antes mesmo de cruzar a fronteira com a Alemanha – o excessivo uso do verbo “must” pelos alemaes.

 

Tudo comecou no trem de Amsterdam para Berlin. Eduardo foi comprar um sanduiche no restaurante do trem para almocarmos, e o atendente (claramente alemao, mas falando em ingles) perguntou se queria que esquentasse os sanduiches, ao que Eduardo respondeu que sim. Aqui nos Estados Unidos o atendente talvez ate dissesse “Ok, it should take 10 minutes”; o atendente do trem, entretanto, foi logo dizendo “if you want it warm, you must wait 10 minutes”. Problema nenhum, so ficamos morrendo de rir do uso do verbo “must”, totalmente desnecessario para a ocasiao nao tao solene de esquentar um sanduiche.

 

Em varias outras circunstancias percebemos que eles usam e abusam desse verbo. Dai que chegamos a conclusao que da mesma forma que os brasileiros adaptam do portugues para o ingles, eles tambem devem adaptar o jeito de falar deles para o ingles. E deve haver um verbo “must” em alemao que eles usam a torto e a direita. Combinado com o fato que eles falam de forma, digamos assim, nao tao delicada, nao e a toa que se tem impressao que os alemaes sao tao certinhos e rigidos. Mas e so impressao mesmo - os alemaes que nao me oucam, mas eles sao e muito engracados.

My Most Adorable Piece of Crap!

E assim que eu muito carinhosamente chamo meu MacBook. Ele e lindo de morrer, tem um design maravilhoso, mas ordinario que so ele. Tem um ano e pouquinho que eu tenho o MacBook, e nesse meio tempo ele ja teve uns problemas nao justificaveis para um computador tao novo.

 

Primeiro teve o famoso “shut down”. Era assim – voce estava conectado no seu Mac, fazendo nao importa o que, e de repente ele desligava. Mas ai voce ligava de novo. Dali a pouco, ele desligava. Dai teve um dia que ele nao ligou mais. Morreu. Levamos na lojinha da Apple, e eles praticamente me deram um computador novo, ou seja, trocaram tudo que tinha dentro. Ainda bem que eu nao tinha nenhum arquivo importante no computador. Trouxemos o “adorable” MacBook para casa, mas dai ele comecou a fazer uns barulhinhos esquisitos. Nao sei do que se tratava (ou se trata, porque de vez em quando ele ainda faz esses barulhos), mas Eduardo disse que meu computador estava dodoi, muito dodoi. Como o computador se mostrava menos do que confiavel, decidimos comprar a garantia extendida. Que por sinal, ja se pagou.

 

Semana passada, quando voltei de viagem, percebi que a bateria do computador estava morta. O laptop funcionava se ligado na tomada, mas se voce desconectasse, dai ele desligava. A bateria ja era. Fui atras de informacao na internete e, surpresa, era um problema que varias outras pessoas estavam tendo. Levei na lojinha ontem e foi tranquilo – eles trocaram a bateria e trouxe meu computador para casa. Mas desconfio que nao e a ultima vez que eu vou naquela lojinha.

 

Como Eduardo e eu estamos dando uma de Pollyanna esses dias, pensei que maravilhoso, porque dai tenho uma bateria nova! E podia ser bem pior – eu ouco falar de uns laptops por ai que a bateria explode e pega fogo! Fazer o que, dos males o menor. 

I know what you did last summer (ou o GPS sabe…)

 

Pouco antes de irmos pra viagem, resolvi procurar informações sobre como colocar geotagging (coordenadas) nas nossas fotos.  Descobri que a maior parte das pessoas faz assim: compra um GPS tracker que faça log de por onde você andou, sincroniza o horário da máquina fotográfica com o do GPS, e por fim usa algum programinha pra inserir nas fotos as coordenadas do GPS baseado na hora em que as fotos foram tiradas.

 

Acabei comprando este GPS tracker aí da foto (uns 100 dólares).  Ele leva 3 horas pra carregar a bateria e ela dura 32 horas.  A memória consegue registrar até 100 mil pontos, daí que com um intervalo de 10 seguntos entre cada ponto dá tranquilo pra ir numa viagem de duas semanas sem se preocupar.

 

Enquanto estivemos pela Europa eu carregava ele no bolso — aliás, dá uma sensação de Big Brother, saber que todas as suas caminhadas estão sendo registradas.

 

O processo funcionou mais ou menos bem.  Eu alguns locais o sinal do GPS não pegava e aí as fotos ficavam com as coordenadas do local mais próximo em que o sinal funcionou.

 

Mas dêem uma olhada.  Vão no Flickr e clickem no link “map” em qualquer foto pra ver onde foram tiradas.  Tem também a opção de ver uma mapa com as fotos todas da viagem.

 

O Sistema de Fiscalizacao de Metro ao Redor do Mundo

O sistema de fiscalizacao do metro aqui em DC em muito simples – toda vez que for andar de metro, voce tem que inserir o ticket numa maquina, que registra onde voce entrou, e tem que fazer a mesma coisa na saida. Dai a maquina “calcula” se voce pagou o bastante pela viagem e libera sua saida. Se me lembro bem, Londres e Paris usam o mesmo sistema de fiscalizacao, com as maquininhas, mas nao e bem assim em todos os paises.

 

Em Budapeste, por exemplo, eles tinham fiscais perto das entradas dos metros, ja dentro da estacao, que iam cobrando os tickets. Nada de maquinha, talvez ate porque seja mais barato contratar gente por la do que instalar as maquinas. Em Viena, eles nem se incomodavam de checar nada – nao nos pediram o ticket nenhuma vez, e olha que andamos de metro por aquela cidade! Mas o mais engracado mesmo sao os alemaes. A fiscalizacao deles se da dentro do metro, depois que as portas se fecham. Teve uma dia em particular que Eduardo e eu andamos tanto de metro que acabamos reconhecendo os fiscais. Funciona assim: eles ficam a paisana dentro do metro, como se fossem meros passageiros; dai, quando as portas fecham, eles tiram o cartao de fiscal deles e saem gritando pelo trem. Nao sei o que eles falavam, ate porque era em alemao, mas imagino que seja “tickets, tickets”, ja que todo mundo (incluindo nos) mostrava os tickets e eles se davam por satisfeitos com isso. O mais engracado e que eles esperam as portas do metro fecharem – ja pensou se eles fizerem a fiscalizacao com as portas abertas, alguem pode ate tentar fugir! Esses alemaes sao muito precavidos 

Fotos de Viagem

Pois aqui estao as fotos da viagem. Ha comentarios nas fotos tambem, para voces saberem de que pais se trata a foto.

 

Nos comecamos nossa viagem em Amsterdam. Como ja tinhamos ido para la, nao foi tanto pela novidade do lugar, mas principalmente porque adoramos Amsterdam – passear pelas ruas estreitas, olhas as casinhas que ja estao empanando de tao velhas, sentar num cafe e passar a tarde bebendo cerveja (ou cafe, ou os dois). De la fomos para Berlin, uma cidade vibrante – muitos restaurantes e cocktail bars, e os precos sao relativamente baratos. Ha alguns monumentos para se ver, mas como Berlin ficou bastante danificada durante a Segunda Guerra (nem preciso dizer, os alemaes conseguiram “piss off” metade do mundo durante a guerra), muitas das construcoes sao bastante novas. Ao contrario de outros paises, que decidiram reconstruir tudo no estilo antigo, eles aproveitaram para refazer tudo num estilo mais moderno – nao sou muito chegada a nada moderno, mas tenho que admitir que eles tem ate bom gosto para a coisa.

 

Nossa proxima parada foi Praga, uma das cidades mais lindas que visitei. E uma cidade muito bem preservada, cheia de casinhas lindas. Me lembrou muito Florenca e Veneza, no sentido de que e uma cidade que parou no tempo – nada de predios modernos, muito pouco ou nenhum carro pela rua, enfim, muito aconchegante. De Praga nosso plano era ir para Budapeste, mas como a viagem era muito longa, decidimos passar uma noite em Bratislava. O centro historico da cidade e bem pequeno, e eu nao recomendo mais do que um dia na cidade, mas fiquei surpresa com o numero de pessoas na rua, e tantos restaurantes bonitinhos! Minha unica chateacao e que alguem resolveu colocar uma highway entre o centro historico e o castelo (toda cidade europeia que se preze, por menor que seja, tem um castelo), o que tirou um pouco (ou melhor, muito) o charme do lugar. Mas tudo bem, se voce conseguisse ignorar o barulho de carro voce poderia ate voltar no tempo.

 

Da la fomos para Budapeste. O maior problema de Budapeste e que tinhamos acabado de sair de Praga, e depois de Praga tem que ser uma cidade muito bonita para competir. Eu li no guia que Budapeste, assim como Berlin e Warsaw, foram as cidades mais destruidas durante a Segunda Guerra. De fato, ha muitos predios novos na cidade. Eu tambem achei tudo um pouco mal cuidado (ruas sujas, predios com fachadas caindo aos pedacos), e o transito era terrivel! Por outro lado, a comida era otima (amei o beef goulash) e o povo era bastante caloroso - eles se dao beijinhos, falam alto, e reclamam demais da vida! Nossa ultima parada foi Viena, uma cidade bastante suntuosa. Praga foi uma cidade bem bonita pelo estado de preservacao, mas Viena e uma dessas cidades onde se ve que o povo tem (ou teve) bastante dinheiro – palacios lindos, predios deslumbrantes, restaurantes idem. E sem falar nas famosas tortas, deliciosas. Fiquei morrendo de vontade de assistir a um show de opera na Opera House, mas passamos um dia por la e vimos o povo bastante arrumado – como a melhor roupa que nos tinhamos levado era calca jeans, decidi que minha visita ficaria para a proxima. O que e bom, afinal de contas, preciso de uma desculpa para voltar la.

 

 

Chegamos!

Chegamos hoje de viagem. Se me recordo bem do retorno de outras tantas viagens, essa semana vai ser bem chata – totalmente fora do fuso, dieta para perder os quilinhos extras, trocentos e-mails e providencias para tomar no trabalho… Fazer o que, ainda acho que vale muito a pena!

 

Nossa ultima parada foi Viena. Se voce gosta de palacios e predios suntuosos (que nem eu), Viena e parada obrigatoria. O palacio de verao da familia imperial, o Schobrunn Palace, e tao impressionante quanto Versailles. E era so o palacio de verao deles  Sem contar que em Viena ha centenas e centenas de Konditorei (confeitarias), com tortas maravilhosas – dai voces entendem o porque da dieta…

 

Antes que me esqueca, se alguem for a Europa, tenho um conselho para dar: se voce tiver que optar por uma companhia aerea americana ou europeia, ESCOLHA A EUROPEIA, nem que tenha que pagar um pouco mais. Nos voltamos de Viena pela Austrian Airlines (voo direto para DC): eles deram menu de almoco e janta (OK, era a mesma escolha de chicken ou pasta, mas estava impresso!), talher de verdade, vinho gratis (ou uisque). O melhor de tudo e que eles tinham uma camerazinha apontando para baixo e para frente, dai voce podia ver o que se passava. Na maior parte do tempo era so nuvem, mas e bem emocionante olhar para as cameras quando o aviao esta pousando! Ja tinhamos voado pela British Airlines em outras viagens, e tambem tivemos o mesmo otimo tratamento. Na ida fomos para Amsterdam de United Airlines. O momento mais emocionante do voo da United era quando as aeromocas saiam com os carrinhos de bebida e comida pelos corredores do aviao. Elas saiam gritando “watch out your elbows”, e elas nao estavam brincando. Quando fui para a Europa sem “elbow”!

 

Ainda tenho que arrumar as fotos, mas acho que consigo postar tudo ate o final da semana.

 

 

Budapeste

Estamos em Budapeste, mas ja a caminho de Viena. Aqui fomos abencoados com … chuva! Mas como turista nao tem dessas coisas, o jeito e pegar o casaco, o guarda-chuva, e enfrentar a chuva. Como estava meio chato de andar com a chuva, acabamos pegando um desses tours de onibus. Foi muito bom – as coisas em Budpeste sao muito espalhadas, entao nao acho que iriamos ter tempo de ver tudo que vimos a pe.

 

Budapeste e uma cidade ok – Praga e definitivamente mais bonita. Praga tem jeito de cidade de conto de fada, tudo antigo, as ruas estreitas, tudo muito bem cuidado … Budapeste ja tem mais jeito de cidade, com carros, muito transito. Sem contar que achei os predios daqui um pouco mal cuidados. Budapeste foi bastante destruida durante a Segunda Guerra (o que nao aconteceu com Praga), dai que eles tiveram que reconstruir muita coisa, e apesar deles terem mantido o estilo antigo de alguns predios, muitos outros ja foram construidos em estilo mais moderno, e a cidade acabou perdendo o charme de cidade mais antiga.

 

Quanto a nossos experimentos culinarios, eu tenho sido mais aventureira que Eduardo (teve um dia em Berlin que ele ficou meio mal do estomago dai ficou mais covarde para experimentar coisas diferentes ). As vezes a gente acerta (porco com dumpling, goulash – mararivlhoso), mas outras vezes nem tanto (porco schnitzel, que e frito a milanesa, e potato pancakes – extremamente gordurosos). Sem contar que eles tem tortas maravilhosas por aqui. Ah, e as cervejas sao baratissimas.  Acho que meu colesterol e minha cintura estao sentindo os efeitos das ferias, mas depois eu penso no assunto.

Amsterdam/Berlin/Praga

Hoje estamos aqui em Praga, uma cidade linda de morrer, sem contar que as coisas por aqui sao mais baratas do que no resto da Europa (e nos Estados Unidos tambem). Para voces terem uma ideia, uma cerveja (de 500 ml) no restaurante custa 40 CK (aproximadamente U$1,50), que por sinal e o mesmo preco do refrigerante. E olha que os guias que pegamos disseram que tudo aqui no centro e beem mais caro, porque e na area turistica. Nem preciso dizer, tem sido dias de muita cerveja

 

Quanto a Berlin, Eduardo gostou da cidade muito mais do que eu. E uma cidade muito legal para se morar, tem muito o que fazer, varios restaurantes (nunca vi tantos) e os precos em geral sao muito bons. O povo em Berlin adora tudo de moderno – os restaurantes e hoteis sao muito bem decorados – e a comida e boa (claro, se voce gostar de porco, sauerkraut, cabbage…). Eles tem muito restaurante etnico (tailandes, indiano, italiano), entao voce sempre acha algo que agrade.

 

Hoje a tarde estamos indo para Bratislava, na Slovakia, e amanha seguimos para Budapeste. O tempo aqui nao anda muito quente, nos high 60′s para low 70′s, o que foi bom para nos fugirmos do calor de DC, mas por outro lado fico com pena do povo daqui – ja pensou, final de agosto e ja estao com essas temperaturas???